
A ilha apareceu no mapa. Agora, chegue mais perto.
A Renascer existe para estar perto.
Nosso trabalho chega às aldeias da Ilha do Bananal e se volta a pessoas em situação de vulnerabilidade. Crianças, pessoas idosas e mulheres que enfrentam violência estão no centro dessa atenção.
É preciso ouvir antes de agir. A gente se aproxima para entender a situação de cada pessoa e buscar caminhos com quem conhece o próprio território.
A Renascer não é uma organização indígena. Entre seus membros há pessoas não indígenas. O trabalho acontece junto às comunidades indígenas, sem falar por elas, e também se volta a outras pessoas em situação de vulnerabilidade.
Estar junto não é falar por alguém. É fazer com que sua voz tenha espaço.
Escutar.
Estar junto.
Defender.
A pergunta é simples: do que essa pessoa precisa agora? A resposta só vem depois de escutar.
- 01
Escutar
Uma criança, uma pessoa idosa e uma mulher em situação de violência não precisam da mesma coisa. Antes de agir, é preciso entender cada história.
- 02
Estar junto
Apoiar é buscar caminhos com quem vive a situação. O trabalho acontece com comunidades indígenas e também com outras pessoas em situação de vulnerabilidade.
- 03
Defender
Quando um direito é negado, ninguém deveria enfrentar isso sozinho. Nosso compromisso é apoiar quem precisa e ajudar a fazer esse direito valer.
A ilha é casa.
Entre os rios Araguaia e Javaés, a Ilha do Bananal abriga povos como os Javaé, os Karajá (Iny) e os Avá-Canoeiro. Do alto, vemos seu contorno. De perto, vemos aldeias, relações e histórias que nenhum mapa consegue contar sozinho.
- Javaé
- Karajá (Iny)
- Avá-Canoeiro
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Essa história continua.
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